Dia Mundial do Rim: especialistas destacam hábitos que evitam doença renal
Celebrado na segunda quinta-feira de março, o Dia Mundial do Rim reforça um alerta importante sobre a prevenção da doença renal crônica, que avança de forma silenciosa no Brasil. De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), cerca de 10% da população adulta brasileira pode apresentar algum grau de doença renal, muitas vezes sem diagnóstico. Globalmente, a OMS estima que as doenças renais afetem aproximadamente 850 milhões de pessoas.
Segundo especialistas, a prevenção começa com atitudes simples no dia a dia. Controlar a pressão arterial e a glicemia, reduzir o consumo de sal, evitar alimentos ultraprocessados, manter boa hidratação e praticar atividade física regular são medidas essenciais para proteger os rins. Também é fundamental evitar o uso frequente e indiscriminado de anti-inflamatórios, que podem sobrecarregar a função renal.
“Os rins são órgãos silenciosos. Muitas vezes, o paciente só descobre que há um problema quando a doença já está avançada. Exames simples, como creatinina no sangue e análise de urina, ajudam a identificar alterações precocemente, principalmente em pessoas com hipertensão, diabetes ou histórico familiar”, orienta Douglas Gemente, médico nefrologista e especialista em diálise.
Além do impacto individual, a doença renal representa um desafio para o sistema de saúde. Segundo o Ministério da Saúde, os custos com terapias substitutivas renais, como a hemodiálise, representam parcela significativa do orçamento destinado ao tratamento de doenças crônicas.
“A prevenção ainda não faz parte da rotina da maioria dos brasileiros. Investir em conscientização e diagnóstico precoce é essencial para reduzir a necessidade de terapias mais complexas no futuro”, afirma Conrado Pithon, Gerente da unidade de negócios Diálise da B. Braun Brasil, multinacional alemã de soluções médico-hospitalares.
A principal mensagem do Dia Mundial do Rim é clara: cuidar da saúde renal deve ser um hábito contínuo. Pequenas mudanças no estilo de vida e acompanhamento médico regular podem evitar complicações graves e garantir mais qualidade de vida.
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De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), cerca de 10% da população adulta brasileira pode apresentar algum grau de doença renal. #OMaranhaoSeInformaAqui




